7 de novembro de 2017

Capítulo 4: Não esconda de mim!



    Em Óasis Springs



A família Kordelious chega a Oásis Springs. Mas antes de irem à clínica médica, passaram em uma pequena casa onde vive uma família de três integrantes: Nádia, Valmir e Gabriela. Nádia é irmã de Iolanda, Valmir é marido de Nádia e Gabriela é filha do casal.


Iolanda desce do carro, pede que as meninas a acompanhe e que Aguinaldo fique no carro enquanto ela fosse conversar rapidamente com sua irmã. Ela bate na porta, Nádia atende e pede que todos entrem.
Iolanda: Olá Nádia! Desculpe chegar sem avisar, mas meu marido está doente e preciso levá-lo ao médico. Eu gostaria de pedir-lhe um favor, que fique com as minhas meninas até eu voltar.


Nádia: Claro! Olá meninas! Como cresceram! Fiquem a vontade.


Elas entraram, Iolanda faz cara de nojo ao perceber um cheiro forte de alho que vinha da decoração, mas ignora e fala com sua irmã.


Iolanda: Bom não posso me demorar. Tome aqui esse dinheiro para ajudar com as despesas das minhas filhas.
Nádia: Imagina que vou cobrar isso? É um prazer ficar com as pequenas! Vocês vão gostar de passar um tempo com a Gabi. Estamos sozinhas aqui, Valmir está no trabalho! Venham, vamos para sala!


Nádia oferece um café a irmã, que recusa. Elas vão para a sala e Gabriela chega e cumprimenta a todos.


 Iolanda a olha de cima para baixo e logo pensa.


Iolanda: “Credo! Essa menina usa tatuagem? Que coisa mais chamativa! E ainda esse cabelo rosa, parece um algodão doce! Como minha irmã permite isso? Ainda bem que minhas meninas não gostam dessas coisas horríveis.”


Logo que Iolanda termina seus pensamentos, ela levanta com a irmã, pois estava apressada. Logo após, sentam Gabriela e as gêmeas no sofá.


Keyla: Oi Gabi. Eu gostei das tatuagens e do cabelo rosa! Quando eu crescer, eu vou fazer também.
Katy: Eu também vou.



Iolanda fica espantada com o que suas filhas disseram. Ela revira os olhos e dá uma olhada pela sala, reparando nos móveis e na decoração. Algo lhe chamou a atenção em especial e ela acaba comentando com a irmã.
Iolanda: Nádia, porque você tem tranças e guirlandas de alho pela casa? Isso fede!


Nádia: Ah! Isso é coisa da Gabi. Ela diz que espanta os vampiros.


Iolanda: E você acredita nessas coisas? São lendas que nossos pais contam para gente ficar com medo e respeitá-los.
Nádia: Até que acredito. Por que não existiria?
Iolanda vê à hora pelo celular, respira fundo e avisa que precisa ir embora.


Ela estava preocupada com a saúde de Aguinaldo e precisava ir rapidamente ao hospital.
Iolanda: Preciso ir, Aguinaldo deve estar me odiando!
Nádia: Claro! Dirija com calma e não se preocupe, cuidarei das meninas.


 Ela se despede de todas, volta para o carro e segue até a clínica. 


No hospital

Chegando no hospital de Óasis Springs, ela faz o registro e aguardam na sala de espera.



Iolanda: “Estou tão chateada com Aguinaldo! Nunca se cuida. Que homem mole, sempre passa a mão na cabeça das meninas a todo o momento. Se eu voltasse no tempo, não teria casado com ele. Mas seja franca consigo mesma, Iolanda! Você estava muito atraída por ele quando o conheceu. Pena que a gravidez acelerou para casarmos, mas se não fosse isso, talvez desse tempo de me desapegar dele.”



“Mas agora, já com as duas meninas dando trabalho... Não posso me separar, nem se quisesse, pois as meninas precisam de mim para eu lhes mostrar um futuro decente. E o palhaço do Aguinaldo sabe ferver meu sangue quando quer, mas tirando esses momentos, tem horas que tenho vontade de esganar todos! Sempre sobra para mim!”



“Agora isso, ele assim para baixo. Ele nunca fica triste ou bravo com nada. Sempre foi tão forte, sorrindo, fazendo eu e as meninas rirem de suas palhaçadas, não importando o que acontecia. Nunca teve uma gripe sequer. Durante esses quase onze anos de casados nunca o vi assim tão triste. Isso está me preocupando seriamente.”



Iolanda: Aguinaldo, onde dói exatamente?
Ela o tocou, mas ele gemeu de dor.
Aguinaldo: Não toca em mim!
Iolanda: Tá! Me desculpe!


Em seguida, uma enfermeira o chama para medir sua pressão e temperatura. Também foram feitos alguns exames para ver como estava a sua coluna.
Enfermeira: Você está com temperatura e pressão normais. O que sente? 


Aguinaldo: Muita dor na coluna e mal consigo me sentar ou deitar que arde.


Enfermeira: Dentro de uma hora seus exames ficarão prontos e vou encaminhá-lo ao doutor Ricardo.
Passa-se uma hora e a enfermeira levou-o até o médico e Iolanda pediu para entrar junto, a enfermeira concordou. Os dois entraram na sala do médico, que lhes pediu para se sentar.
Médico: Olá senhor e senhora Kordelious! O que lhes trazem aqui?


Aguinaldo: Olá doutor. Venho aqui por que sinto muitas dores e ardência na coluna e muito cansaço.


Médico: Andou fazendo exercícios? Lembra que eu lhe proibi de qualquer um!
Aguinaldo: Eu fiz alguns levantamentos de peso na máquina que tenho em casa.


Iolanda: Aguinaldo!


Médico: Senhor Kordelious, se continuar assim ficará em uma cadeira de rodas! Estou vendo pelos seus exames que sua coluna está bem lesionada. Sei que é um atleta, mas precisa dar tempo. Mesmo sendo jovem, o senhor exagerou muito nos exercícios ao longo de sua vida e agora está pagando por isso.


Iolanda: Eu não sabia que ele estava fazendo isso. Parece um menino levado. Devia lhe dar uns tapas!


Aguinaldo: Eu quero trabalhar, doutor. Eu não gosto de ficar parado!


Médico: Senhor Kordelious, o senhor vai tomar esses remédios aqui, eles farão suas dores melhorarem. Assim que se sentir bem, podes voltar a trabalhar, mas sem exercícios pesados, pode começar com caminhadas leves. E dentro de dois meses volte aqui e veremos como ficará sua coluna. E Senhora Kordelious, fique de olho nele. Sou médico dele desde quando era adolescente e o conheço bem, sempre foi viciado em exercícios.


Iolanda: Obrigada Doutor. Pode deixar, irei cuidar dele. Nem que para isso contrate um babá para ele! Tchau, doutor.



Ambos se despedem do médico e saem da sala. Aguinaldo fala para Iolanda.


Aguinaldo: Eu não preciso de babá nenhuma. Não me trate como uma criança na frente dos outros. Humf.
Iolanda: Vou puxar suas orelhas! Onde já se viu, fazendo exercícios doente desse jeito? Você quer morrer? Quer deixar suas filhas sem pai? Quer me deixar?
Aguinaldo: Não, vou me cuidar. Tá bem?



Iolanda: Acho bom mesmo! Antes de buscar as meninas, vamos comer algo. Estou com fome e você também deve estar.
Aguinaldo: Estou mesmo.



Ambos foram em um restaurante almoçar, pois ainda não haviam almoçado.


Sorvete? Eba!


Enquanto na casa de Nádia, Gabriela mostrava seu quarto para as meninas, que olhavam maravilhadas com aquilo.



Katy: Uau! Seu quarto é preto e tem desenhos de teias, tem várias coisas sinistras aqui!


Keyla: Quero um quarto desse também!


Gabriela: Hahaha! Eu adoro essas coisas! Bruxas, lobisomens, vampiros, fadas, sereias e todos os seres sobrenaturais. Eles me fascinam!


Keyla: Pena que não existem.
Gabriela: Que? Claro que existem! Mas ficam escondidos da gente.


Katy: Mas a mamãe disse que não existe. E por que eles ficariam escondidos?
Gabriela: Existe sim, a tia está enganada. Os seres sobrenaturais existem e estão por aí entre nós. Só não ficam se apresentando, sacou? Eu gostaria de conhecer algum bruxo e pedir para virar uma! Imaginem! Poderes, voar, imortalidade e todas as roupas maneiras que usam.


Katy: Você não tem medo?


Gabriela: Claro que não! Quero muito conhecer um deles!
Keyla: Tem alguma maneira de fazer eles ficarem longe?
Gabriela: Para os vampiros é alho! Viu as guirlandas e tranças que sua mãe falou que fedem, né? É só por bastante alho pela casa, afastam eles. Eu te dou algumas que tenho se quiser. Os bruxos não quero longe, então não coloco nada para proteger, pois quero pedir a algum para que me torne uma bruxa. E os lobisomens ficam apenas na floresta, aqui não corremos perigo.
Nádia entra no quarto e fala com a filha:


Nádia: Gabi! Já está assustando suas primas falando desses monstros! Venham almoçar, meninas.

Gabriela: Que nada, mãe, elas são corajosas que nem eu!
Todas vão até a cozinha para almoçar e conversam um pouco. Em seguida, Gabriela tem uma ideia e fala para as meninas.


Gabriela: Que tal irmos a sorveteria? Hoje está calor e aqui perto  em uma sorveteria muito boa!


Nádia: Eu não posso, tenho que preparar uns cupcakes que estão encomendados. Vão vocês e cuide das meninas!
Gabriela: Claro, mãe!
Katy: Oba! Eu quero e tem que ser bastante sorvete.
Keyla: Só se for de chocolate.


Chegando à sorveteria, Gabriela e as irmãs Kordelious pedem sorvetes a uma garçonete e a mesma pede para que aguardem em um dos lugares vagos. As meninas sentam e começam a conversar.


Gabriela: Vocês vão gostar aqui do sorvete. Esse lugar é muito daora. Só têm adolescentes e algumas crianças. Aparece cada gatinho aqui que me deixa louquinha. Mas me esqueci de perguntar antes, mas vocês não deveriam estar na escola?
Keyla: Nossas aulas começarão semana que vem. E você?


Gabriela: Eu já terminei o Ensino Médio, agora tenho que arranjar um trampo para mim, sabe?
Katy olha ao redor da sorveteria, percebe que há alguns casais e o que chamou atenção foi um em que havia uma menina de cabelos vermelhos e curtos. Ela comenta com as meninas.
Katy: Keyla, olha aquele cabelo. Que legal, ela parece uma boneca.


Keyla: Cabelo vermelho, legal. Eu quero pintar o meu, mas a mamãe não deixa.
Katy: Tudo você quer né, Keyla! Aff. Daqui a pouco vai querer meu piano que papai vai comprar para mim.
Gabriela: Eu tô nem ai para aquele cabelo, eu gostei mais do gatinho que tá do lado dela.


A garçonete trás o sorvete. Alguns minutos depois elas percebem que as garçonetes falavam entre si e apontavam para a televisão. As meninas olharam o que estava passando pela TV.

Noticiário na televisão: “Atenção: Aumenta o número de sims desaparecidos misteriosamente em Oásis Springs, há alguns casos em Willow Creek e um caso em New Crest. A polícia ainda não tem nenhum suspeito, mas as investigações não param nenhum momento. Mais informações no próximo jornal da noite.”


Gabriela: Viu, pirralhas? Isso aí é certeza que é coisa de vampiro.
Ao terminarem os sorvetes, as meninas se levantam e voltam para a casa de Nádia.

Chegando em casa, Aguinaldo e Iolanda as esperavam. Todos se despediram e voltaram para Willow Creek.





Ligação inesperada




Eram 21 horas em Forgotten Hollow. Nossos vampiros estavam tranquilos na sala. Nicolas e Agnes estavam jogando uma partida de xadrez; Harrison estava tocando uma música no órgão (ele havia aprendido algumas coisas com Marina, e Caleb ofereceu-se para lhe ensinar mais músicas); e os Vatores estavam conversando.
Lilith: Hoje poderíamos dar um tempo nos treinos e irmos para uma festa. Sinto falta de paquerar e beber plasma.



Caleb: É uma ótima ideia, minha irmã!
Os outros vampiros olharam em direção aos Vatore, sorriram, concordaram com a cabeça e seguiram com o que estavam fazendo. Logo após isso, o celular de Caleb toca, ele olha pela a tela para ver quem estava o ligando e comenta.
Caleb: Hum. Número não identificado. Vou atender mesmo assim. Alô?



Pessoa no telefone: Boa noite! Sou Naomi, a secretária principal do Conde Vladislaus Straud. Estou ligando, pois o Conde solicitou a presença de vocês, Vatore, imediatamente em sua mansão. A presença de vocês é indispensável.
Caleb: Ei, mas espera! O que houve?
Ao terminar de falar, Naomi desliga o telefone. Caleb fica apavorado arregala os olhos e engole seco.



Lilith: O que foi Caleb? Porque está com essa cara? Está mais pálido do que o normal.
Caleb: Era a secretária do Conde. Ela disse que ele solicitou nossa presença em sua mansão. Será que fiz alguma coisa errada? O que pode ter sido? Esse cara sabe muito de tudo. Eu queria ter pelo menos 10% de seu conhecimento, mas ele parece sempre estar muito além, muito além de qualquer um de nós.



Lilith: Bom, ele é nosso alpha, não tem como sermos mais poderosos que ele, mas estou preocupada com isso. Vamos trocar de roupa e ir até lá. Harrison, Agnes e Nicolas se vocês quiserem ir a algum lugar, podem ir. Eu vou dar uma cópia da chave a Harrison, se caso não estivermos em casa quando voltarem.



Nicolas: E porque para ele?



Lilith: Harrison mostra ser mais responsável que vocês. Agnes está sempre com a cabeça nas nuvens e você é muito esquentadinho e pode perdê-la.
Nicolas bufa e Lilith entrega a chave reserva para Harrison, que agradece a ela.
Os irmãos Vatore não se davam muito bem com o Conde Vladislaus Straud por suas formas distintas de se alimentar e por não aparentarem serem vampiros como deveriam ser. Uma vez, Lilith e Caleb atreveram-se a impedir o Conde de beber o plasma de um casal de Sims, o que o deixou muito furioso com os irmãos. Só os deixou vivos, pois há poucos vampiros vivos restantes e, de certa forma, os Vatores são vampiros com grandes poderes para serem desperdiçados. Os irmãos tentam fazer com que os outros vampiros peçam permissão para beber o plasma dos Sims ou utilizem formas alternativas de alimentação, como frutas e pacotes de plasma. O que faz com que o Conde se enfureça mais ainda, pois para ele os vampiros devem seguir a forma tradicional de alimentação: hipnotizar um sim qualquer e beber de seu plasma, mas apenas o suficiente, de modo que ele desmaie e não peça ajuda a ninguém. As únicas coisas que ambos concordam é o fato de não matarem os sims bebidos, e transformá-los apenas quando os sims forem amigos de vampiros e lhes for pedido ou quando o vampiro sugere e o sim aceita.



Caleb e Lilith trocam de roupa rapidamente e utilizam sua “corrida vampírica” para chegarem o mais rápido possível na Mansão Straud.



Ao chegarem, uma moça de cabelos pretos e olhos castanhos os recepcionam. Ela se apresenta por Naomi.



Naomi: Sejam bem vindos. Entrem e sentem-se, fiquem à vontade.



Os irmãos entram e vêem que além deles, outros vampiros estavam ali. Caleb ainda sentia pavor e curiosidade de saber o que estava acontecendo. Lilith o conforta, dizendo que ficaria tudo bem e que era para ele se acalmar.




Visita imprevista


Na casa dos Vatore, Harrison e Nicolas pretendiam sair. Já Agnes preferiu ficar em casa lendo sobre história vampírica.



Harrison: Vamos para San Myshuno em alguma festa?
Nicolas: Não! Lá é muito longe. Vamos para Oásis Springs que é mais perto, mas, primeiro, preciso ver alguém.



Harrison: Ok. Eu vou dar uma volta e depois você me liga quando estiver desocupado.



Nicolas: Ligo, sim.
Nicolas vai em direção a casa de Suzana e Marina. Ele transforma-se em morcego e entra pela janela no quarto da segunda. Ela estava lendo um livro quando se assusta com Nicolas.




Marina: Nicolas! O que está fazendo aqui? Você deveria estar treinando! E porque entrou no meu quarto? Eu podia estar nua!



Nicolas: Até parece que nunca a vi nua. Aquilo lá é um tédio, tenho vontade de matar aqueles Vatore insuportáveis!



Nicolas chega perto de Marina e a beija. Ela retribui o beijo e logo começam a conversar.




Marina: Eu estava com saudades de você, mas precisa treinar. Tem muito que aprender.
Nicolas: Vou matar a Suzana por me fazer treinar com os irmãos borboleta. Onde já se viu!? Eles não bebem de sims! Preferem frutas e pacotes de plasma! Isso é ridículo. E hoje tinha que ver a cara do tal Caleb quando ligaram da casa daquele velho Conde, ele se borrando de medo. Hahahaha! Quase gargalhei da cara. Ele é muito otário.



Marina: Você devia ter respeito com o seu mestre, Nicolas! Suzana também foi convocada a essa tal reunião. Eu não fui, pois quando Suzana e eu estávamos treinando, acabei dando mau jeito em minha perna e vai levar algum tempo para curar, pois estou sem prática alguma.



Nicolas: Que seja! Só não aguento mais ficar lá.
Marina: Fique lá até aprender e depois você volta pra cá. Aproveita que está aqui e me faça carinho.
Marina olhou para Nicolas com um olhar paquerador e ele correspondeu beijando ela. Em seguida, Nicolas entra no caixão e fala:
Nicolas: Vamos aproveitar? Vem, tem espaço para mais uma.
Marina: Eu não poderia negar.



Então os dois pularam para dentro do caixão, ávidos um pelo outro.




Será que Katy está bem?





Harrison estava indo até a casa de Katy. Ele estava preocupado pela possibilidade daquele vampiro voltar lá, ou até outros vampiros. Chegando lá, ele começa a sentir-se mal.



Harrison: “O que está acontecendo? Porque me sinto enjoado, desconfortável e sem poderes? Ai! Mas o que é aquilo? Colocaram uma guirlanda de alho em cima da porta! Que droga! Isso quer dizer que os vampiros andam atacando e a família de Katy está se protegendo. Pena que não poderei mais vê-la. Vou tentar espiar pela janela. Ah! Ali está ela com outras pessoas, estão assistindo televisão. 


“Vou tentar espiar pela janela. Ah! Ali está ela com outras pessoas, estão assistindo televisão. Ela parece estar bem.


“Tchau, Katy. O alho vai te proteger.”
Depois de ver que Katy estava segura em sua casa, Harrison tenta se transformar em morcego, entretanto seu celular toca e é Nicolas avisando ele para se encontrarem na frente de uma boate em Oásis Springs.




O aviso


Naomi solicita a atenção de todos os vampiros presentes. Ela aponta para algumas cadeiras e pede que todos se sentem e aguardem a chegada do Conde.




Todos se sentam e se olham entre si. Estavam todos nervosos e se perguntando o que estava acontecendo. Eis que surge na frente de todos uma névoa negra e, por ela, o próprio Conde.



Conde: Sejam bem-vindos, filhos da noite! Agradeço a presença de todos. Não irei me demorar, então, serei direto. Suponho que vocês saibam sobre as notícias. Elas, mesmo que sejam vindas de humanos, podem nos afetar. Ultimamente, sabemos que Sims humanos estão desaparecendo e isso não é de hoje. Eu não estou nada satisfeito com isso! Se estiverem sumindo, alguém está os matando e isso chama atenção de caçadores.



O Conde para por um momento e volta a discursar.



Conde: Então vou deixar bem claro aqui, que quando eu descobrir quem está fazendo isso, eu vou acabar com sua existência na frente de todos os vampiros! Para que aprenda a respeitar minhas ordens! Eu espero ter sido claro e que isso não continue! Já somos poucos e não quero ter que matar ninguém!
Todos concordaram e o Conde segue o que dizia.
Conde: Agora vocês me dêem licença. E com tudo isso me deu dor de cabeça e eu vou me recolher. Peço-lhes que se retirem daqui.



Ao terminar seu discurso, o Conde torna-se névoa novamente e some diante dos olhos de todos.
Naomi pede para que todos saiam e acompanha-os até a porta.




Namorada, Enrico?

Em Oásis Springs, às 21 horas, mais precisamente na residência dos Belaventura.
Tadeu, pai de Enrico, chega do serviço, vê sua esposa e filho jantando e vai até eles.
Flora: Olá querido!
Tadeu beija a esposa e abraça o filho. Em seguida, lava as mãos e senta à mesa com a família.
Tadeu: Como foi o dia de vocês?
Flora:Você deveria dar uns tapas nesse menino! Acredita que ele chegou tarde em casa e nem avisou?



Enrico: Mãe! Eu cheguei eram 16 horas! Não é tarde.
Flora: Você sai da aula as 12:30 e sempre chega em casa as 13:00 em ponto!



Enrico: Mãe, eu já disse que estava na sorveteria com minha namorada.
Tadeu: Namorada? Você nunca me contou dela.
Enrico: Eu a conheci hoje na escola e começamos a namorar.



Flora: Você enlouqueceu menino? Conhece uma pessoa hoje e já namora ela? Tá achando que isso é algum jogo?
Tadeu: Flora! Deixa o menino! Ele é um excelente filho e sempre nos conta o que faz. Você não deveria brigar com ele.



Flora: Sim, você tem razão, mas não quero nenhuma aproveitadora tirando a inocência e a responsabilidade do meu bebê!



Enrico e Tadeu riem de Flora. Tadeu pergunta a Enrico.
Tadeu: Traga ela aqui para almoçar no domingo. Quero conhecê-la. Vejo que está com o rosto feliz. Ela está te fazendo bem em pouco tempo! Filho, só tenha cuidado para não deixar de estudar.



Enrico: Claro, pai e não se preocupe com nada.